Encruzilhada eleitoral - Por Onofre Correa



Encontramo-nos hoje numa encruzilhada determinante para o futuro de nossa cidade, que, após frustrantes anos de falso progresso, hoje se depara com uma chance real de prosperidade.

Essa oportunidade se deve a dois fatores bem conjugados. O primeiro é reflexo do “boom” da economia nacional, iniciado com a implantação do Plano Real, nos últimos anos do século passado; o segundo, credita-se à bem articulada administração do PSDB, comandada pelo prefeito Sebastião Madeira, que tão bem soube aproveitar as oportunidades em benefício da cidade. Sua habilidade e experiência adquiridas nos diversos anos no parlamento nacional e sua dedicação exclusiva à administração municipal contribuíram muito para que fizesse uma administração diferenciada das anteriores, executadas  por variados partidos e administradores. Muitos – há que se ressaltar – tiveram oportunidades e apoios muito melhores do que a administração atual.

Pois bem, deparamo-nos com um quadro eleitoral passível de grande surpresa, dada a demanda reprimida do imperatrizense depois de muitos anos de descaso e de administrações descomprometidas como futuro e o progresso da cidade.

Apresentam-se, nesta fase da campanha, três candidatos competitivos, com chances reais de vencer, mas aí é que corre o perigo. São nomes bons, com tradição na cidade, mas cabe ao eleitor analisar o perfil de cada pretendente. O que há de real e o que se esconde por trás de sua candidatura, as pessoas e os interesses, muitas vezes inconfessáveis. Um candidato, no calor da disputa, muitas vezes compromete toda uma administração, assumindo compromissos lesivos ao município  e sua população.Outros candidatos sinalizam compromissos com sofisticadas organizações mafiosas que,em caso de vitória,jogariam o municípiono descontrole e na balbúrdia.

E nós já passamos por situação dessa natureza. Lembrai-vos da administração de Salvador Rodrigues, ou outras não menos danosas, em que o prefeito cuidava tão somente dos interesses de seu grupo partidário, ou de outro que passava meses viajando, em função de seus interesses particulares, deixando o município largado à própria sorte. Hoje, o que percebemos é o prefeito dedicando as 24 horas  do dia e os 365 dias do ano ao município.

Se não fez mais, porque o tempo e os recursos são curtos, cabe-nos dar-lhe a oportunidade de levar adiante o trabalho que vem sendo desenvolvido.
È momento de muita reflexão e de pensar desapaixonadamente. Pensar acima de tudo na cidade e nas próximas gerações
Imperatrizenses! Imperatriz não pode parar;tampouco podemos retroceder.

Artigo publicado no jornal "O progresso" (domingo)

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