EXCLUSIVO: Justiça inviabiliza distribuição de “lixo eleitoral” de candidato remunerado para atacar Madeira e Roseana



                      Deputado Estadual Antonio Pereira
O sol ainda não despontava no horizonte quando oficiais de Justiça da 65ª Zona Eleitoral, da Comarca de Imperatriz, cumpriam mandado de busca e apreensão na casa do candidato a prefeito de faz de conta Justino Filho.
Perto de 5 mil exemplares de “lixo eleitoral”, que seriam distribuídos nas feiras do Mercadinho, Nova Imperatriz, Bonsucesso e Bacuri foram encontrados na casa e no automóvel de JF, que confessou não apenas a prática do crime como também o fato de já haver distribuído grande parte do insulto na manhã e tarde de sábado, 25 de agosto de 2012.
A Justiça Eleitoral autorizou, também, busca e apreensão do mesmo material tanto na gráfica, usada para impressão e confecção do sofrível factóide, quanto em qualquer outro lugar onde o jornaleco estiver armazenado e/ou sendo distribuído.
Outros pontos utilizados para o armazenamento de panfletos estão sendo monitorados. A Justiça autorizou, inclusive o uso da Polícia Federal para repelir qualquer resistência que impeça ou cause embaraço ao cumprimento do mandado judicial.
 Justino Filho diz, abertamente, que dois famosos médicos da cidade o financiam. Um deles é o deputado Antonio Pereira, do DEM, também mantenedor da candidata a prefeita, segunda colocada na pesquisa do IBOPE.
A zanga de Pereira com Madeira se deve ao fim de um gordo contrato que uma das empresas do deputado mantinha com o Socorrão de Imperatriz há décadas. Com Roseana a zanga é outra e decorre do fato de a governadora ter inviabilizado o lançamento da candidatura de Ildon Marques, fragorosamente derrotado na convenção do PMDB pelo dono da Facimp, Antonio Leite.

BOMBA

Documentos contábeis revelam que um certo “candidato” a prefeito de Imperatriz, contratado para atacar Sebastião Madeira e Roseana Sarney, estaria sendo remunerado com recursos públicos da própria Saúde estadual através de uma triangulação criminosa que envolve uma falsa ONG e empresas de fachada.
O dinheiro, que sangra de verbas destinadas ao salvamento de vidas no Maranhão, mensalmente, depois de aportar na conta da falsa ONG, é redistribuído para conhecidos políticos maranhenses, empresas médicas e contumazes jornalistas propineiros de Imperatriz.
Infelizmente ainda não dispomos dos comprometedores papéis que, publicados, poderão desbaratar o maior e mais bem articulado esquema de rapinagem com dinheiro da Saúde existente no país.

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