FIASCO: O ALMOFADINHA EM SEU DESESPERO DEMONSTRA TODA SUA ARROGÂNCIA POR NÃO TER ALCANÇADO O PUBLICO ESPERADO NA INAUGURAÇÃO DO COMITÊ DE SEU CANDIDATO A PREFEITO CARLINHOS AMORIM




Palidez da “onda vermelha” esmorece “Carlinhos Dino”
Aquele que seria o maior ato de campanha eleitoral de Carlinhos Amorim, depois do imperceptível lançamento de sua candidatura, no final de junho passado, foi um fiasco.
Combalida pela ausência de publico e empolgação, a chamada “onda vermelha” não contagiou e acabou numa tremenda palidez, justamente porque não conseguiu mobilizar gente para o pretendido arrastão agendado para esta manhã de sábado, 4 de agosto de 2012, no miolo da Av. Getúlio Vargas, entre a Praça de Fátima e a Rua Ceará.
O comportamento pouco receptivo da população combinado com o fracasso da mobilização, esmoreceu Carlinhos e a principal atração do ato, o “ilustre” desconhecido Flávio Dino. Amorim agora sabe que o povo não o quer. Dino, por seu turno, percebeu que sua força eleitoral não passa de uma ilusória pretensão.
Para alguns analistas políticos locais a fracassada “onda vermelha” foi um reflexo da convenção e do lançamento da campanha de Carlinhos Amorim, notadamente marcados pela ausência de público e animação.
Na “Banca do Chico”, no coração da Praça de Fátima, considerado, por muitos, como o espaço mais politizado de Imperatriz, já há quem aposte que Carlinhos experimenta o flagelo de uma campanha derrotada, sem participação popular, pouquíssima militância política de médio e grande porte, sem doadores e com escassa estrutura, e com pouca representatividade político-partidária, acentuada, nos últimos dias, com as perdas do PP e do PSB.
COMÉDIA...
Comentava-se, na Praça de Fátima, que a maior irritação dos neocomunistas, além da fraca popularidade do candidato, foi o fato de um de “boneco de Olinda”, com quase três metros de altura, ter despertado mais a atenção que a presença de Flávio Dino, que passou despercebido.
Outra situação jocosa foi o fato da "onda vermelha" não ter dado trabalho aos garis, já que a Praça de Fátima, o Calçadão e a Av. Getúlio Vargas, transitados pelos neocomunistas, não apresentaram qualquer sinal de excesso de papel e lixo de campanha.
"Quando a campanha é fraca nem os garis trabalham", rolava o comentário na "boca maldita".
MAIS UMA...
Não bastasse tudo isso, ontem a Justiça Eleitoral, julgando processo de dissidência partidária, confirmou candidatura própria de Kleber Miranda, do PSB, partido ora anexado a coligação de Carlinhos, depois de grotesco processo de intervenção maquinado por Flávio Dino, do PC do B e Zé Ribamar Alves, da direção estadual do próprio PSB.
Agora, sem o PSB e o PP, esse vinculado a coligação de Madeira, o PDT de Amorim cambaleia com alguns poucos nanicos.
Como diz o adágio: "rapadura é doce, mas não é mole não!"

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