Dilma confessa publicamente que houve "desvios" na Petrobras. Ela sempre teve a primeira e última palavra na Petrobras. De 2003 até hoje. Ela sabia de tudo. Se não sabia foi porque abafou ou não quis saber.



Dilma Rousseff é a número 1 da Petrobras desde 2003. A primeira e a última palavra. Os "desvios" também são de sua responsabilidade. Está escrito!


Dilma Rousseff presidiu o Conselho de Administração da Petrobras por sete anos. Durante a sua gestão, talvez a maior já exercida por alguém na estatal, ela teve a primeira e última palavra sobre todos os negócios. Sabia de tudo. Se não sabia foi porque não quis saber. Ou fechou os olhos para que o PT roubasse dinheiro público para comprar parlamentares corruptos, conforme confissão de ex-diretor em delação premiada. E não adianta querer tirar de Dilma a sua responsabilidade nos crimes praticados. Seja por omissão, seja por participação direta. Mas isso somente futuras investigações irão comprovar. A verdade é que olhando as atribuições do Conselho de Administração da Petrobras, onde ela explica o seu modelo de governança para os investidores, não há como Dilma não ser chamada a responder pelos seus atos. Pinçamos de lá alguns itens (clique nas imagens para ler), apenas alguns:

Dilma decidia o que comprar. Dilma decidia quanto pagar. Dilma decidia qual a forma de participação da estatal em novos negócios. Dilma aprovava ou vetava tudo. Está escrito no Estatuto Social da empresa. Mas tem mais.

"Privativamente" significa "exclusivamente". Era Dilma quem tinha o poder total para aprovar a constituição de qualquer associação da Petrobras com qualquer outro parceiro. Portanto, não pode fugir da responsabilidade por Pasadena, por exemplo. Novamente. Omissa, cúmplice ou agente ativa desta perniciosa transação. Mas não para por aí. 

Como se vê, Dilma poderia ( e deveria!) chamar especialistas para assessorar sobre qualquer matéria que estivesse em deliberação. Poderia (e deveria!) chamar os técnicos de altíssima qualidade que a Petrobras possui em seus quadros. Poderia (e deveria!) chamar quem bem entendesse para dar opinião abalizada sobre assuntos tão importantes quanto investimentos de bilhões no exterior ou a construção de obras de bilhões de dólares no país. O que o TCU constatou, por exemplo, na construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro, é que a obra nem mesmo projeto tinha. Começou custando U$ 6 bilhões e irá ultrapassar os U$ 45 bilhões, sem atingir o retorno que justifique tal investimento. E este é apenas um exemplo. Ainda tem Abreu e Lima. Ainda tem a refinaria do Sarney no Maranhão. Ainda tem as compra superfaturadas de plataformas e sondas. Ainda tem a constituição da Braskem. São dezenas e dezenas de escândalos com a assinatura de Dilma Rousseff.

Ontem Dilma Rousseff admitiu que" houve, sim!", desvios na Petrobras. Desvio é uma palavra suave demais. Houve roubo. Má gestão. Corrupção. E tudo isso aconteceu quando Dilma tinha o comando de tudo na estatal. Ela tem responsabilidade solidária. Ela não escapará das barras dos tribunais. É por isso o desespero em querer ganhar a eleição do próximo domingo de qualquer jeito. O Brasil não pode permitir. E não vai!



fonte:blog CoroneLeaks

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