SUCESSÃO MUNICIPAL DE SÃO LUIS, CASTELO SÓ TEM DUAS SAÍDA...

Na sucessão municipal, João Castelo só tem duas saídas: negociar ou se render


O ex-prefeito de São Luís, João Castelo (PSDB), hoje ocupando o cargo de deputado federal, não será candidatos à sucessão do prefeito Edivaldo Holanda. A não ser que deixe o seu partido e ingresse logo em outra agremiação.
As chances de ter seu nome emplacado pelo ninho tucano são mais que remotas. Não tem o apoio e muito menos a simpatia da cúpula partidária, resultado da sua força centralizadora da fazer política. Ou como diria no adágio popular: Castelo é terra de cemitério.
Oscilando sempre em patamares razoáveis, Castelo chegou ao seu teto nas consultas pré-eleitorais. Já esteve em situação mais cômoda em pleitos anteriores, inclusive quando se elegeu prefeito da capital, mas com o apoio da máquina do governo de Jackson Lago.
Castelo sempre foi considerado bom de voto em São Luís na esteira do seu governo biônico indicado pela ditadura militar em 1978 até os três primeiros meses de 1982 quando se elegeu senador da República, contrariando os desejos do seu líder maior na época, o então senador José Sarney.
Além do fato de ter se oposição ao grupo dominante, o que lhe deu a vantagem de eleger sua esposa, dona Gardênia Ribeiro Gonçalves, prefeita da capital no retorno ao voto direto em 1985, Castelo fez um governo empreendedor, com o maior volume de obras de suma importância e que são únicas até agora.

Mas foi exatamente o período da esposa Gardênia, uma gestão de poucos resultados, que a popularidade de Castelo começou a cair, mas nada que abalasse sua eleição e reeleição para a Câmara Federal. Tanto que nunca mais foi governador e nem senador da República.
As sucessivas eleições dele para a Câmara dos deputados foram minguando. Toma-se como exemplo esta última de 2014, um prenúncio de que a próxima será pior ainda. Castelo tem um eleitorado cativo, aquele dos empregos e doações de unidades habitacionais quando foi governador. Mas de lá pra cá muitos dos eleitores morreram e os mais jovens não são mais teleguiados pelos pais na hora de escolher candidatos.
Voltando ao título da postagem, qual será o candidato de João Castelo, que é um cabo eleitoral potencial em São Luís? A opção natural será pedir votos para Eliziane Gama, de quem teve o apoio negociado e discreto no segundo turno em 2012. Mas aí a deputada federal terá que negociar a eleição de Gardeninha para a Assembleia Legislativa em 2018, caso seja eleita prefeita. Difícil mesmo é Castelo acreditar em promessas.
Ele terá ainda a opção de fazer campanha para Edivaldo Holanda Holanda Júnior, tapando as narinas e tomando remédio para o fígado. Neste caso, a negociação será de outra forma e até Deus duvida de como será feita. O certo é que Castelo não será mesmo candidato e tem um passe supervalorizado. (fonte: blog Luís cardoso)

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