Saiba o que disseram os senadores na votação do processo de impeachment, até esse momento 00h30, veja os VIDEOS de cada um senador.


Senado decide se prossegue ou não com processo de impeachment de Dilma.
Cada senador terá direito a se pronunciar por até 15 minutos.


Os senadores decidem nesta quarta-feira (11) pela aprovação ou rejeição do relatório favorável à admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

São 71 senadores inscritos para discursar, antes da votação. De acordo com o regimento do Senado, cada um terá direito de se pronunciar por, no máximo, 15 minutos, por ordem de inscrição.

Confira trechos dos discursos dos senadores durante a sessão: clic em veja vídeo e assista os videos de cada senador. 

Ana Amélia (PP-RS)
"Nós aqui não temos nenhuma alegria e satisfação de estarmos julgando um político. Esta é uma casa democrática." "São graves os fatos imputados contra a presidente da República. Há, sim, enquadramento de provas para a admissibilidade do impeachment, para que a presidente se defenda. [...] Encaminho meu voto favorável." Veja o vídeo

José Medeiros (PSD-MT)
"A presidente passou a contrair dívidas com bancos públicos e como em todo processo de impeachment, o debate gira em torno de responsabilidade." "A retórica de que haveria um golpe em curso não para em pé. [...] Ao invés de buscar acalmar os ânimos, o governo apenas inflama o país. Declaro que vou voltar pelo afastamento da presidente da República." Veja o vídeo

Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP)
"Estou absolutamente tranquilo sobre o enquadramento da presidente da República como passível de crime de responsabilidade fiscal." "Não tenho dúvidas de que esta casa vai permitir a instauração desse processo e a presidente será afastada do cargo. Esse processo é irreversível."Veja o vídeo

Marta Suplicy (PMDB-SP)
"Estou convencida de que há indícios mais do que suficientes de crimes de responsabilidade cometidos pela presidente. Se de um lado temos uma grave crise política e econômica, é inegável que cresce na população a esperança de poder virar a página. Os desafios não serão pequenos."Veja o vídeo

Ataídes Oliveira (PSDB-TO)
"Hoje o Senado Federal vai tirar o país das mãos do PT e devolverá ao povo brasileiro. A presidente Dilma cometeu diversos crimes." "Estamos aqui para defender a constituição federal. O processo de impeachment é legal, é democrático." Veja o vídeo

Ronaldo Caiado (DEM-GO)
"O processo de impeachment está correndo dentro das normas previstas na legislação." "A pedalada não é nada mais do que pagar, com um único dinheiro, duas dívidas. Foi isso o que o governo patrocinou em 2014 e para conseguir a reeleição praticou o mesmo descumprimento da lei de responsabilidade fiscal." Veja o vídeo

Zezé Perrella (PTB-MG)
"Os motivos para o impeachment não são só as pedaladas. O povo foi para a rua contra a roubalheira. A maior estatal do país foi sucateada. O governo acabou com o empregos. Hoje cumprimos nosso papel de pensar um país melhor." Veja o vídeo

Lúcia Vânia (PSB-GO)
"A presidente é acusada por dois crimes de responsabilidade, que estão fartamente documentados. [...] Existem razões de sobre para investigarmos mais a fundo os indícios apontados pelo relator. Sou favoravel à admissibilidade do impeachment." Veja o vídeo

Magno Malta (PR-ES)
"Para explicar ao Brasil, para que reverbere para o mundo, a realidade do momento de um país que tem uma democracia sólida como a nossa, é preciso evocar o conjunto da obra. Estamos diante de um corpo febril que vai ter restituída sua saúde." Veja o vídeo

Ricardo Ferraço (PSDB-ES)
A legitimidade dos governantes é construída dia a dia com muita atitude, e os limites são estabelecidos pela lei. O impeachment é o mais amargo dos remédios para afastar um governante. O presidencialismo sem a possibilidade do impeachment é a monarquia." Veja vídeo

Romário (PSB-RJ)
"Tenho pela consciência da minha decisão, mas quero deixar claro que foi tomada a partir de muito estudo. Acompanhei as manifestações da defesa e da acusação. Por tudo que li, vi, cheguei a conclusão de que há, sim, crimes de responsabilidade fiscal que precisam ser apurados." Veja o vídeo

Telmário Mota (PDT-RR)
"Vivemos um momento histórico e vergonhoso. Nunca se ouviu falar tanto em democracia, mas essa democracia não está sendo respeitada, porque o voto democrático das urnas está sendo retirado de milhares e milhares de eleitores. Hoje ocorre uma tentativa de tomada de poder, o apelido disso é impeachment. O prejuízo maior será da população." Veja vídeo

Sérgio Petecão (PSD-AC)
"Não sou daqueles que vai tratar o PT de corja, por muitos anos fui aliado dos partidos da frente popular. Eu estou preocupado com a situação que nosso país atravessa hoje, principalmente o meu estado, mas não posso responsabilizar a presidente Dilma." Veja vídeo

Dário Berger (PMDB-SC)
"Não há dúvida que estamos diante de um momento histórico em que a necessidade de mudanças é iminente; É preciso coragem para mudar. Fomos eleitos para fazer, para realizar, para mudar. Ou nós mudamos ou merecemos ser mudados. Não podemos deixar que se arraste por mais tempo esse sentimento de inferioridade que se espalha pelo país." Veja vídeo

Simone Tebet (PMDB-MS)
"Pois afirmo aqui com convicção: processo do impeachment é previsto na Constituição e este, em especial, não é golpe, ele é constitucional. Ele foi regido nos mais amplos princípios constitucionais, da ampla defesa, do contraditório, do devido processo legal, mas mais do que isso, ele é democrático." Veja vídeo

Cristovam Buarque (PPS-DF)
"Não fui eu que mudei. Foi a esquerda que envelheceu, não eu. A esquerda que está há 13 anos no poder, e o que demonstra é um desapego à democracia, manipulando, cooptando, criando narrativas, invés de análises. Com a preferência pelo assistencialismo, invés de uma preferência por uma transformação social." Veja vídeo

Angela Portela (PT-RR)
"Estamos diante da situação absurda de caçar uma presidenta sem que tenha havido a rejeição de suas contas pelo órgão competente. E ainda que houvesse algo de errado, falta o requesito do dolo. Não houve má fé. Na tentativa de dar aspecto de legalidade à evidente ruptura institucional, avusa-se a presidente de violar a lei orçamentária. A acusação não se sustenta." Veja vídeo

José Maranhão (PMDB-PB)
"Eu tenho ouvido muitos argumentos de que é golpe se caçar o mandato de uma presidente legitimamente eleita. Eu sou insuspeito para isso, porque votei no primeiro e no segundo turno da presidente Dilma Rousseff." Veja vídeo

José Agripino Maia (DEM-RN)
"O que que aconteceu em 2015? Uma coisa inédita. O orçamento mandado para esta casa previa um superávit de R$ 55 bilhões. No final do ano, a proposta de revisão do superávit caiu para R$ 119,9 bilhões de déficit. Eu nunca vi ao longo de vários anos no Senado." Veja vídeo

Jorge Viana (PT-AC)
"Nós hoje estamos apreciando uma matéria que se aprovada caça o voto de 54 milhões de brasileiros e brasileiras e afasta do poder por maioria simples do plenário do Senado a presidenta da República. E alguns se arvoram a dizer que estamos vivendo a normalidade institucional no país. Nós estamos vivendo, e eu falo para quem quiser ouvir, uma anarquia institucional neste país." Veja vídeo

Acir Gurgacz (PDT-RO)
"Expresso nesse momento o sentimento majoritário da população brasileira, em particular do meu Estado de Rondônia, que clama por essa mudança. Ao mesmo tempo renovo o desejo de podermos apresentar à população um novo projeto político." Veja vídeo

Fátima Bezerra (PT-RN)
"Viva Luiz Inácio Lula da Silva. Viva Dilma Vana Rousseff. Sairemos desse jogo de cartas marcadas de cabeça erguida, com mais disposição ainda para a luta. Pois não há derrota definitiva para quem assume o lado certo da história. Os golpistas não serão perdoados jamais. Não ao golpe." Veja vídeo

Eduardo Amorim (PSC-SE)
"Os crimes de responsabilidades praticados pela presidente Dilma Rousseff trouxeram as piores consequências para o país e para o povo brasileiro. O país está quebrado, está sem credibilidade e foi rebaixado inúmeras vezes pelas principais agências de classificação de risco. Mais do que isso, a população brasileira, sobretudo os mais humildes está sofrendo o descaso do Estado brasileiro."Veja vídeo

Aécio Neves (PSDB-MG)
"Essa é uma marca dos governos populistas. Sempre agem com irresponsabilidade fiscal, e quando fracassam usam sempre o velho discurso da divisão do país entre nós e eles. E, ao final, quem paga o preço são sempre os mais pobres, aqueles que mais precisam da ação do Estado e que são costumeiramente manipulados por este governo." Veja vídeo

Wilder Morais (PP-GO)
"A presidente dá demonstrações claras de que não tem prestígio, nem força, nem respaldo político. Nem se ela quisesse conseguiria efetuar as mudanças de que o Brasil precisa. O isolamento fez dela uma ilha, cercada de problema para todos os lados." Veja vídeo

Alvaro Dias (PV-PR)
"É preciso destacar que esse processo de impeachment não começou agora. Esse processo de impeachment começou há alguns anos, em 2005, em meio ao escândalo do mensalão. Na CPI dos Correios, sugeri o impeachment do presidente Lula. Naquele momento, em alta popularidade, não houve apoio. Fiquei só." Veja vídeo

Waldemir Moka (PMDB-MS)
"Nunca é demais lembrar que o PT recebeu das mãos do presidente Fernando Henrique Cardoso um país com a situação normalizada. [...] Caso essa casa aprove hoje o afastamento da presidente Dilma Rousseff, ela entregará ao seu sucessor um país com esqueletos da ordem de R$ 250 bilhões segundo projeções conservadoras." Veja vídeo

Roberto Requião (PMDB-PR)
"É evidente que este crime de responsabilidade não ocorreu. E se ele tivesse ocorrido, teria ocorrido em 16 estados brasileiros, inclusive no estado do relator. Mas não ocorreu. [...] Isto não se constitui em nada mais que um artifício contábil para resolver um problema num momento de dificuldade." Veja vídeo

Marcelo Crivella (PRB-RJ)
"Se de um lado, não resta sombra de dúvida de que a presidenta é honesta e tem relevantes serviços prestados à nação, também não resta dúvida de que há indícios de crimes de responsabilidade cometidos em sua gestão e de uma grave crise econômica, política e social, em tese, advindo dela." Veja vídeo

Randolfe Rodrigues (REDE-AP)
"Passei a minha trajetória política lutando contra as alianças que o atual governo fez. Não seria coerente, através do meu voto, chancelar a ascensão ao poder desses setores dessa aliança que eu sempre combati. Não posso principalmente devido às medidas que estão sendo anunciadas para o futuro que é um salto para o passado." Veja vídeo

Lasier Martins (PDT-RS)
"Eu entendo que o Brasil está desejando a análise do conjunto da obra, como se convencionou chamar. Dilma lançou o Brasil no descrédito. Hoje nós estamos na América do Sul, apenas à frente da Venezuela. E a América do Sul possui dez países." Veja vídeo

Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM)
"Caso este plenário aprove a instauração do processo estaremos diante de uma das maiores afrontas perpetradas à Constituição brasileira, uma das maiores fraudes ao estado democrático de direito, um verdadeiro golpe parlamentar, destinado a atender interesses pouco republicanos de uma elite inconformada com o resultado das urnas de 2014." Veja vídeo

Reguffe (sem partido-DF)
"Pra que meta fiscal, então? Coloca uma meta na lei de diretrizes orçamentárias, não cumpre a meta no final do ano, muda-se a meta. Isso não é sério. Não é coisa de país sério. Meta é para ser cumprida. Tem que ter respeito à lei de responsabilidade fiscal, tem que ter respeito à lei orçamentária anual, tem que ter respeito à legislação vigente no país. O nome de um regime onde o governante pode fazer o que quiser é ditadura." Veja vídeo

Hélio José (PMDB-DF)
"Ora, se nos posicionarmos aqui no Senado Federal contra essa manifesta vontade da população do nosso país, evidenciada na atitude daqueles que a ela mesma escolheu para falar em seu nome, estaremos seguindo por um caminho muito perigoso. Estaremos quebrando o poder institucional." Veja vídeo

Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)
"Porque o vice-presidente Michel Temer tem, sim, legitimidade para exercer essa função. Os mesmos 54 milhões de voto obtidos pela presidente Dilma, foram os votos obtidos pelo vice-presidente." Veja vídeo

Regina Sousa (PT-PI)
"Valia tudo no propósito de derrubar Dilma. Dizia-se da necessidade de um ajuste fiscal. Quando ele veio, dificultou-se a sua aprovação. Discursos sindicalistas na boca de escravocratas cheiravam mal. Dizia que era preciso combater a corrupção. A presidente mandou um pacote anti-corrupção que sequer foi lido." Veja vídeo

Armando Monteiro (PTB-PE)
"Afastar uma presidente da República é um fato que por si só se constitui num gravíssimo precedente. Nós estaremos, sim, promovendo uma ruptura na ordem institucional do país. [...] Claro está que se utiliza o argumento jurídico, mas o que se promoveu até agora foi um juízo eminentemente político." Veja vídeo

Fernando Collor (PTC-AL)
"Chegamos ao ápice de todas as crises. Chegamos às ruínas de um governo, de um país. Este é o motivo pelo qual discutimos possíveis crimes de responsabilidade da presidente." "O maior crime de responsabilidade está no desleixo com a política, na irresponsabilidade com os déficits fiscais, o aparelhamento do estado, ação ou omissão em relação a decisões da justiça." "Seja qual for o resultado de hoje, precisamos virar esta página." Veja vídeo

Antonio Carlos Valadares (PSB-SE)
"A crise decorre, fundamentalmente, da desorganização do nosso sistema político." "O governo vai entregar pior o país do que recebeu. Estaremos piores na logístina, na relação externa com o resto do mundo. Governo que deixou a inflação voltar". Veja vídeo

Valdir Raupp (PMDB-RO)
"Não tenho dúvida que minha missão nesta Casa deve atender os anseios dos rondonienses." "Estou convencido de que com tolerância, respeitando a opinião do próximo, todos nós poderemos unidos dialogar para construir um projeto de um país melhor." Veja vídeo

Paulo Bauer (PSDB-SC)
"Impeachment não é golpe, é assunto constitucional, é assunto legal. Por isso ele está seguindo seu trâmite e nós estamos absolutamente dentro da lei". "Há obras em andamento há anos no país que nunca terminam, e outras prometidas que nunca começaram a ser feitas." "O governo da presidente Dilma é fraco, frágil, surdo, mudo e talvez até cego."

Gladson Cameli (PP-AC)
"O PT não pode mais administrar a coisa pública como se fosse um bem pessoal."

Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN)
"Não é ocasião para agir apaixonadamente ou lançar mão de frases de efeito, ataques pessoais ou partidários"." Voto pela instauração do processo, mas não posso deixar de registrar que é o segundo processo de impeachment que tramita no Senado em menos de 25 anos. É tempo curto demais."

Veja a lista dos senadores inscritos que ainda vão se pronunciar:
39. Senador Fernando Bezerra Coelho *
44. Senador Omar Aziz 
45. Senador João Capiberibe
46. Senadora Lídice da Mata 
47. Senador Antonio Carlos Valadares **
48. Senador Otto Alencar
49. Senador Lindbergh Farias 
50. Senador Paulo Rocha 
51. Senadora Maria do Carmo Alves
52. Senador Tasso Jereissati 
53. Senador Wellington Fagundes 
54. Senadora Gleisi Hoffmann
55. Senador Flexa Ribeiro 
56. Senador Paulo Paim 
57. Senador Roberto Rocha
58. Senador Blairo Maggi 
59. Senador Donizeti Nogueira 
60. Senador José Pimentel
61. Senador Dalirio Beber 
62. Senador Walter Pinheiro 
63. Senador José Serra
64. Senador Humberto Costa 
65. Senador Davi Alcolumbre 
66. Senador Ciro Nogueira
67. Senador Ivo Cassol 
68. Senador Benedito de Lira
69. Senador Romero Jucá
70. Senador Edison Lobão
71. Senador Raimundo Lira

* ainda não falou
** falou na posição da lista reservada a Fernando Bezerra Coelho

OBS: Nesse momento 00h30 minutos ainda fala o senador João Capiberibe, cada senador tem 15 minutos para falar, informações do G1 Globo.

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