Mulheres são presas com grande quantidade de drogas, em Açailândia

As mulheres foram identificadas como Antônio Aline Alves Lima e Adriele Lima Sousa.
Antônio Aline e Adriele Lima Sousa foram com 38 tabletes de maconha. - Divulgação /Polícia Civil

IMPERATRIZ – A operação, coordenada pela Delegacia de Combate ao Narcotráfico de Imperatriz, das através da Polícia Civil, prendeu mais duas mulheres, por envolvimento com o tráfico de drogas. As prisões foram realizadas em Açailândia na noite desse domingo (18), durante abordagem, na RB-010.

As mulheres foram identificadas como Antônia Aline Alves Lima, de 22 anos, e Adriele Lima Sousa, de 21 anos. Elas foram presas dentro de um ônibus, que havia saído de Imperatriz, com destino a São Luís. O ônibus foi parado durante abordagem feita pela Polícia Civil, no posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Os policiais perceberam um comportamento estranho das duas mulheres e ao verificaram a bagagem, forma encontrados numa mala, 38 tabletes de maconha. A droga, segundo a polícia, seria entregue na capital do Estado.

As duas mulheres foram autuadas em flagrantes por tráfico de drogas. Elas estão à disposição da Justiça, no presídio de Açailândia. Cabe lembrar que com estas prisões, somam quatro mulheres presas por envolvimento com o tráfico em menos uma semana.

Na semana passada foram presas Andreia Barbosa Silva, que foi flagrada dentro de um taxi com um quilo de maconha prensada, escondida dentro de sua bolsa, e Andreia Martins dos Santos, que por sua vez, foi flagrada com três quilos de maconha, dentro de um ônibus Estas duas prisões foram realizadas em Imperatriz.

Para o delegado regional, Eduardo Galvão, a operação tem surtido efeito. “Foram feitas abordagens em horários variáveis e de maneira aleatória, mas surtiu feito. 48 quilos de drogas apreendidos, quatro mulheres presas”, afirmou, ressaltando que o trabalho de combate ao tráfico vai continuar.

O fato de mulheres estarem envolvidas com o tráfico, chama a atenção até da polícia. “Há uma preferência dos traficantes por mulheres, nessas viagens interestaduais, porque é uma coisa que exige mais responsabilidade, e de menores, quando a droga é comercializada dentro das cidades”, observa Eduardo Galvão. fonte:IMIRANTE IMPERATRIZ

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